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Iasmim Amiden, jovem jornalista que trabalha com a Ecoa, ganha prêmio no Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação

O trabalho inédito trata das mulheres pantaneiras do Porto da Manga, nas margens do rio Paraguai

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Publicado em 12 de setembro de 2017 às 19:00 Compartilhar:
Iasmim ao lado da orientadora Katarini durante premiação nacional (Foto: Silvio Pereira)

Iasmim ao lado da orientadora Katarini durante premiação nacional (Foto: Silvio Pereira)

A jornalista Iasmim Amiden ganhou, nesta semana, um prêmio nacional durante o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom) em Curitiba, Paraná, de melhor reportagem na categoria Jornalismo Digital pelo seu trabalho sobre o cotidiano das mulheres ribeirinhas do Porto da Manga. Trabalho que desenvolveu com o apoio da Ecoa durante as visitas à comunidade e em todo o processo de pesquisa e aprendizado sobre o Pantanal.

A reportagem narra histórias de mulheres coletoras de isca-viva, que têm longas jornadas de trabalho em corixos, baías e rio, sendo este o principal meio de subsistência de suas famílias. São mulheres das águas, que vivem nas margens do rio Paraguai, a 60 km do município de Corumbá, Mato Grosso do Sul. Neste ano, a jornalista também foi premiada durante Congresso Regional em Cuiabá, Mato Grosso, pelo mesmo trabalho, que pode ser acessado em: www.mulheresdamangareportagem.com.br

O reconhecimento está na visibilidade dada a estas mulheres, pantaneiras, que são desconhecidas ainda entre muitos, e ao contexto socioambiental do Pantanal, a maior planície alagável do mundo, onde vivem dezenas de comunidades tradicionais ribeirinhas, que tem a pesca como forma principal para sobrevivência e vivem a luta diária para reconhecimento e garantia de seus direitos.

O Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação acontece desde 1977 e esta é a primeira vez que o prêmio de Jornalismo Digital vai para uma jornalista do estado, graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

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