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Página reúne dados sobre Código Florestal

Nova ferramenta auxiliará na recuperação de 12 milhões de hectares de áreas degradadas, uma das metas brasileiras no Acordo de Paris.

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Publicado em 2 de agosto de 2016 às 13:55 Compartilhar:

 Ministério do Meio Ambiente

Nova ferramenta auxiliará na recuperação de 12 milhões de hectares de áreas degradadas, uma das metas brasileiras no Acordo de Paris.

Uma nova plataforma está disponível, a partir desta semana, para auxiliar o Brasil no cumprimento do Acordo de Paris quanto à meta de recuperação de 12 milhões de hectares de áreas degradadas. Trata-se de uma página na internet sobre a Lei de Proteção da Vegetação Nativa (Lei 12.651, de 25 de maio de 2012), que ficou conhecida como novo Código Florestal. A página reúne informações para facilitar o entendimento da lei e conteúdos técnicos para a recuperação de áreas.

Lançada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Serviço Florestal Brasileiro, a plataforma reúne, entre as informações, estratégias e experiências já realizadas. Também é possível encontrar sugestão de espécies de plantas nativas para plantio e soluções tecnológicas da Embrapa e parceiros, além de boas práticas agrícolas que contribuirão para o alcance do desenvolvimento sustentável da propriedade rural nos diferentes biomas.

Confira a página digital

 

Segundo a secretária interina de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do MMA, Juliana Simões, o principal objetivo da plataforma é a divulgação de informações para que os produtores rurais possam se adequar ao novo Código Florestal. “Lá, eles encontrarão orientações sobre quais as melhores espécies, mais adequadas e adaptadas a cada região, a época para plantar, além de contatos de viveiros de mudas”, explica Juliana.

“Trata-se de uma plataforma de fácil navegação, amigável e didática. Será muito útil na formação dos técnicos extensionistas rurais, técnicos dos estados e prefeituras e demais profissionais que prestam apoio aos produtores rurais, além dos próprios produtores rurais”, completou a secretária interina.

 

 

 

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