Começou em setembro o projeto “Comunidades que Protegem – Brigadas Comunitárias Voluntárias no Cerrado, MS”.
Nos próximos 12 meses, as brigadas comunitárias das aldeias Brejão e Água Branca, na Terra Indígena Nioaque, passam por um curso de reciclagem. Na comunidade quilombola Furnas da Boa Sorte, em Corguinho, será formada uma nova brigada.
As comunidades também vão elaborar planos de ação para o fogo e receber treinamento em ferramentas de monitoramento por satélite. O projeto prevê ainda material informativo sobre o histórico de incêndios, o uso e a cobertura da terra e o manejo integrado do fogo em cada território.
O projeto foi apresentado por Fernanda Cano e Daniela Hernandes, da equipe técnica da Ecoa, no 1º Encontro CEPF Cerrado: povos, territórios e caminhos de conservação, realizado nos dias 28 e 29, em Brasília, junto a outras organizações que têm projetos apoiados pelo CEPF no bioma.
Sobre o CEPF
O projeto “Comunidades que protegem – Brigadas Comunitárias Voluntárias no Cerrado, MS” é realizado com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).
O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, da União Europeia, da Fundação Hans Wilsdorf, do Fundo Global para o Meio Ambiente, do Governo do Canadá, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.




