Energia elétrica – o paradoxo brasileiro: energia mais cara e excesso de produção. Apesar das chuvas dos últimos dias em várias bacias hidrográficas, os níveis dos reservatórios continuam baixos e em razão desse quadro a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) continua aplicando a bandeira vermelha, patamar 1 na tarifa de energia elétrica. Segundo a Aneel, o cenário é pouco favorável à geração hidrelétrica, com chuvas abaixo da média e consequentemente os reservatórios em queda, entrando para compensar as usinas termelétricas, que têm operação mais cara, o que determina a bandeira vermelha patamar 1 – acresce R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.

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O paradoxo indicado no titulo está no fato de que, mesmo com reservátorios com baixos niveis, a produção de energia supera a demanda, como mostra o print da matéria abaixo do jornal O Estado de São Paulo. O setor está uma bagunça e sem solução no horizonte a curto e médio prazo.

Quantos aos reservatórios o maior impacto é na bacia do rio Paraná, onde está mais 60% da geração hidrelétrica do País. A unidade ambiental tem sido palco de secas nos últimos 10 anos, como mostram algumas pesquisas.

Em 2025 há registros de secas em várias sub-bacias.

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