Confira no artigo a seguir:
Pesca nos rios do Mato Grosso. Cientistas mostram que a Lei aprovada pelo governo é um erro
A Paisagem Modelo Pantanal tem se tornado um espaço de inovação científica e igualdade de gênero, onde mulheres pesquisadoras desenvolvem estudos fundamentais para a conservação, a sustentabilidade e o fortalecimento das comunidades locais. Aqui reunimos cinco pesquisas que revelam diferentes dimensões do Pantanal — da governança e riscos ambientais até a restauração ecológica e a valorização de recursos naturais.
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O jornal Campo Grande News publicou uma reportagem destacando a força e a dedicação de Edilaine Nogales de Arruda, brigadista que atua na proteção da Serra do Amolar.
Pantaneira, Edilaine integra a brigada local e tem uma rotina marcada pela vigilância constante e pelo enfrentamento direto ao fogo. O trabalho que realiza, ao lado de outros brigadistas, é essencial para proteger a biodiversidade e os modos de vida tradicionais da região.
A Serra do Amolar é uma das áreas mais impactadas pelos incêndios florestais nos últimos anos, e a atuação das brigadas comunitárias tem sido fundamental para reduzir danos e proteger a paisagem.
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A brigada comunitária da Serra do Amolar/Binega passou por recente reformulação, com reciclagem e formação de novos brigadistas com apoio financeiro do GEF Terrestre por meio do Funbio (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade), organizada pela Ecoa e ministrada pelo Prevfogo/IBAMA.
A Justiça de Mato Grosso condenou o pecuarista Claudecy Oliveira Lemes a dois anos e quatro meses de prisão em regime aberto e ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos, por ter promovido o desmatamento ilegal de 3.847 hectares de vegetação nativa no Pantanal, em área de preservação permanente na Bacia do Alto Paraguai.
A pena de prisão foi substituída por prestação de serviços comunitários e pagamento adicional de R$ 100 mil a uma entidade ambiental.
Segundo a sentença do juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, o desmate ocorreu entre 2013 e 2018, sem autorização ambiental, e não houve nenhuma ação de recuperação da área.
As irmãs participaram do curso de formação e reciclagem da Brigada da Serra do Amolar/Binega realizada neste ano com apoio financeiro do GEF Terrestre por meio do Funbio (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade), organizada pela Ecoa e ministrada pelo Prevfogo/IBAMA.
“Da savana alagada do Pantanal à COP 30: desafios e realidades”
Nesta segunda (7), a presidenta da Ecoa, Nathalia Ziolkowski, participou do painel de abertura do encontro preparatório para a COP 30, realizado na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande. O evento reuniu lideranças femininas para uma escuta sobre o Pantanal com a primeira-dama Janja Lula da Silva, Jurema Werneck (Anistia Internacional Brasil) e a Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. O encontro integrou a construção da Carta dos Biomas para a COP 30, que será apresentada durante a Conferência do Clima em Belém (PA), em 2025.
Uma das grandes lideranças femininas que atuam pela conservação e pela valorização da sociobiodiversidade no Cerrado e Pantanal, Nathalia Ziolkowski leva o protagonismo das mulheres da sociobiodiversidade e entrega a Carta das Mulheres pela Conservação do Cerrado, construída no âmbito do “Curso de Formação em Liderança para Mulheres na Conservação do Cerrado” executado pela Ecoa, com apoio do Critical Ecosystem Partnership Fund (CEPF) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).