Painel- Página 2

Argentina: governo e a conexão da Hidrovia Paraná-Paraguai com o crime organizado. Este lunes, el Gobierno puso en marcha, a través del Ministerio de Seguridad, el denominado “Plan Paraná”. La iniciativa busca fortalecer la supervisión de la Hidrovía Paraná-Paraguay tanto en su tramo superior medio e inferior. La estrategia apuntó a “desarticular redes de contrabando y crimen organizado en la frontera fluvial norte, e incrementar los controles en puertos públicos y privados del tramo inferior de la Hidrovía, con especial atención a la prevención, detección y persecución de delitos de competencia federal”. (Perfil)

Projeto de Lei propõe reconhecer o rio Cabaçal como Monumento Natural e Patrimônio Paisagístico e Turístico em Reserva do Cabaçal (MT). A medida reforça a proteção ambiental e cultural de um dos principais rios formadores do Pantanal e pode gerar retorno via ICMS Ecológico.

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O roubo de energia no Brasil – no Rio de Janeiro mais de 40% da energia é furtada. A light pediu falência.

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Via Blog Alcides Faria

– Reprimir o roubo de energia é estratégico para manter o sistema operacional.

No evento “Perspectivas para o setor de energia: regulação, resiliência, inovação e data centers”, realizado no dia 31/10/25 na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, a diretora jurídica da Light, Renata Yamada, afirmou que 40% da energia do Rio de Janeiro é furtada, especialmente em áreas conflagradas. O Amazonas lidera o ranking nacional de perdas por ligações clandestinas, com um índice de cerca de 44%. A Aneel estimou para 2024 uma perda de R$ 769,7 milhões para o Estado. O Amazonas tem cerca de 4,3 milhões de habitantes e o estado do Rio de Janeiro aproximadamente 17, 2 milhões.

Notícia do dia 12/11/25 informa que mais 1000 transformadores da Light queimaram em 5 meses devido aos ‘gatos’ para o furto de energia.

A Light, que fornece energia elétrica para 31 municípios do estado do Rio de Janeiro, entrou com um pedido de recuperação judicial. As dividas foram estimadas em quase R$ 11 bilhões e que o furto de energia é um dos problemas mais graves.

Um levantamento da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica revelou que o roubo de energia, no Brasil, ao longo de um ano, equivale ao consumo de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo juntos. 14% da energia distribuída no país foram furtados ou desviados em 2022.

Relatório de 2024 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as “perdas não técnicas”, como é conhecido o roubo de energia elétrica no Brasil, tiveram um custo de R$ 10,3 bilhões.

A percepção das dimensões do crime de furto de energia é fundamental por várias razões, dentre elas o fato de que eleva os custos, elevação essa que é repassada para a economia e diretamente para as famílias. 

Outro aspecto é que ao final se propaga a ideia de que o ‘crime compensa’. 

Com a realização da COP30 no Brasil, em Belém do Pará, a questão climática global é o principal tema em diferentes mídias do País. Creio, particularmente, que os efeitos de eventuais acordos de governos serão limitados ou mesmo nenhum quanto a redução de emissões. Minha posição é a de que devemos focar nos impactos dos eventos climáticos extremos em cada território, em cada unidade ambiental, em cada bioma urbano e, celeremente, cuidar de prevenir e mitigar. As cidades, por exemplo, devem ser preparadas a começar por garantia de fornecimento de água abundante e de qualidade e alcançar o cuidado estrito com suas árvores, causadores de acidentes às vezes mortais. (Alcides Faria)

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Energia elétrica – o paradoxo brasileiro: energia mais cara e excesso de produção. Apesar das chuvas dos últimos dias em várias bacias hidrográficas, os níveis dos reservatórios continuam baixos e em razão desse quadro a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) continua aplicando a bandeira vermelha, patamar 1 na tarifa de energia elétrica. Segundo a Aneel, o cenário é pouco favorável à geração hidrelétrica, com chuvas abaixo da média e consequentemente os reservatórios em queda, entrando para compensar as usinas termelétricas, que têm operação mais cara, o que determina a bandeira vermelha patamar 1 – acresce R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.

O paradoxo indicado no titulo está no fato de que, mesmo com reservátorios com baixos niveis, a produção de energia supera a demanda, como mostra o print da matéria abaixo do jornal O Estado de São Paulo. O setor está uma bagunça e sem solução no horizonte a curto e médio prazo.

Quantos aos reservatórios o maior impacto é na bacia do rio Paraná, onde está mais 60% da geração hidrelétrica do País. A unidade ambiental tem sido palco de secas nos últimos 10 anos, como mostram algumas pesquisas.

Em 2025 há registros de secas em várias sub-bacias.

Ecoa presente no Formar e-COS – Programa de Formação em Comercialização dos Produtos da Sociobiodiversidade – Biomas Caatinga e Cerrado

Luana Campos, da comunicação da Ecoa, está representando a instituição no Formar e-COS.

O Formar e-COS é uma iniciativa conjunta do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), realizada no âmbito da sétima fase operacional do Fundo Ecos (Small Grants Programme), executado pelo ISPN, implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

O programa tem como propósito central proporcionar aos participantes uma compreensão aprofundada das dinâmicas, estratégias e práticas relacionadas à inserção de produtos da sociobiodiversidade nos mercados institucionais. Busca-se capacitar representantes da agricultura familiar, organizações comunitárias e, em especial, representantes dos biomas Caatinga e Cerrado beneficiários do Fundo Ecos (Small Grants Programme), além de demais atores envolvidos, oferecendo conhecimentos técnicos, habilidades estratégicas e competências essenciais para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades desse segmento.

Fonte: Edital Formar e-COS

A grave crise da água em São Paulo na Folha de São Paulo de 27/10: “A Sabesp bateu recorde de retirada de água do sistema de abastecimento da região metropolitana de São Paulo em 2025, superando a média dos últimos oito anos e ultrapassando até mesmo o volume subtraído durante os anos pré-crise hídrica paulista de 2014. Com isso, os níveis atuais dos reservatórios estão similares àqueles de 2013, mesmo depois das obras feitas à época para integrar novos mananciais ao sistema de abastecimento da região metropolitana da capital.

Inscreva-se no Webinário preparatório para a COP 30 da Rede de Florestas Modelo do Brasil

As Florestas Modelo conectam comunidades, instituições e governos locais na gestão integrada de paisagens sustentáveis.

O webinário apresentará experiências e ações de mitigação e adaptação desenvolvidas pelas cinco Florestas/Paisagens Modelo do Brasil, com a participação especial do Prof. Joberto Veloso (UFAM/UnB).

Iniciativas participantes:

  • Amazonas Tapajós (PA)

  • Hileia Baiana (BA/ES)

  • Mata Atlântica (MG)

  • Mosaico Sertão Veredas–Peruaçu (MG/GO/BA)

  • Pantanal (MS)

Descubra como essas iniciativas fortalecem comunidades locais e promovem soluções baseadas na natureza para enfrentar os desafios das mudanças climáticas.

Inscrições gratuitas: via QR Code ou pelo formulário
Contato: [email protected]

Saiba como incêndios afetam saúde da população

Incêndios afetam saúde! Além da perda de biodiversidade e o aumento de emissão dos gases de efeito estufa, incêndios como os que devastaram o Pantanal nos últimos anos também geram diversos danos para a saúde.  

Atualmente, a poluição do ar é considerada uma das maiores ameaças à saúde humana. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% da população mundial respira ar abaixo de níveis seguros.

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