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– Reprimir o roubo de energia é estratégico para manter o sistema operacional.
No evento “Perspectivas para o setor de energia: regulação, resiliência, inovação e data centers”, realizado no dia 31/10/25 na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, a diretora jurídica da Light, Renata Yamada, afirmou que 40% da energia do Rio de Janeiro é furtada, especialmente em áreas conflagradas. O Amazonas lidera o ranking nacional de perdas por ligações clandestinas, com um índice de cerca de 44%. A Aneel estimou para 2024 uma perda de R$ 769,7 milhões para o Estado. O Amazonas tem cerca de 4,3 milhões de habitantes e o estado do Rio de Janeiro aproximadamente 17, 2 milhões.
Notícia do dia 12/11/25 informa que mais 1000 transformadores da Light queimaram em 5 meses devido aos ‘gatos’ para o furto de energia.
A Light, que fornece energia elétrica para 31 municípios do estado do Rio de Janeiro, entrou com um pedido de recuperação judicial. As dividas foram estimadas em quase R$ 11 bilhões e que o furto de energia é um dos problemas mais graves.
Um levantamento da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica revelou que o roubo de energia, no Brasil, ao longo de um ano, equivale ao consumo de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo juntos. 14% da energia distribuída no país foram furtados ou desviados em 2022.
Relatório de 2024 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as “perdas não técnicas”, como é conhecido o roubo de energia elétrica no Brasil, tiveram um custo de R$ 10,3 bilhões.
A percepção das dimensões do crime de furto de energia é fundamental por várias razões, dentre elas o fato de que eleva os custos, elevação essa que é repassada para a economia e diretamente para as famílias.
Outro aspecto é que ao final se propaga a ideia de que o ‘crime compensa’.
O paradoxo indicado no titulo está no fato de que, mesmo com reservátorios com baixos niveis, a produção de energia supera a demanda, como mostra o print da matéria abaixo do jornal O Estado de São Paulo. O setor está uma bagunça e sem solução no horizonte a curto e médio prazo.
Quantos aos reservatórios o maior impacto é na bacia do rio Paraná, onde está mais 60% da geração hidrelétrica do País. A unidade ambiental tem sido palco de secas nos últimos 10 anos, como mostram algumas pesquisas.
Em 2025 há registros de secas em várias sub-bacias.
Luana Campos, da comunicação da Ecoa, está representando a instituição no Formar e-COS.
O Formar e-COS é uma iniciativa conjunta do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), realizada no âmbito da sétima fase operacional do Fundo Ecos (Small Grants Programme), executado pelo ISPN, implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).
O programa tem como propósito central proporcionar aos participantes uma compreensão aprofundada das dinâmicas, estratégias e práticas relacionadas à inserção de produtos da sociobiodiversidade nos mercados institucionais. Busca-se capacitar representantes da agricultura familiar, organizações comunitárias e, em especial, representantes dos biomas Caatinga e Cerrado beneficiários do Fundo Ecos (Small Grants Programme), além de demais atores envolvidos, oferecendo conhecimentos técnicos, habilidades estratégicas e competências essenciais para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades desse segmento.
Fonte: Edital Formar e-COS
As Florestas Modelo conectam comunidades, instituições e governos locais na gestão integrada de paisagens sustentáveis.
O webinário apresentará experiências e ações de mitigação e adaptação desenvolvidas pelas cinco Florestas/Paisagens Modelo do Brasil, com a participação especial do Prof. Joberto Veloso (UFAM/UnB).
Iniciativas participantes:
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Amazonas Tapajós (PA)
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Hileia Baiana (BA/ES)
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Mata Atlântica (MG)
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Mosaico Sertão Veredas–Peruaçu (MG/GO/BA)
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Pantanal (MS)
Descubra como essas iniciativas fortalecem comunidades locais e promovem soluções baseadas na natureza para enfrentar os desafios das mudanças climáticas.
Inscrições gratuitas: via QR Code ou pelo formulário
Contato: [email protected]
Saiba como incêndios afetam saúde da população
Incêndios afetam saúde! Além da perda de biodiversidade e o aumento de emissão dos gases de efeito estufa, incêndios como os que devastaram o Pantanal nos últimos anos também geram diversos danos para a saúde.
Atualmente, a poluição do ar é considerada uma das maiores ameaças à saúde humana. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% da população mundial respira ar abaixo de níveis seguros.
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