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Alemanha promete € 4 bilhões anuais em ajuda para salva o clima

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Com alta incidência de irradiação solar, o Brasil tem potencial para alavancar setor de energia

Fernanda Viviani, para o Procel Info

O Brasil é um país privilegiado quando se trata de energia solar, já que possui um índice de irradiação muito alto, durante todas as estações do ano, em suas cinco regiões. Somente em Santa Catarina, ela é 30% maior que a média da Alemanha. O que mais tem se ouvido dizer no setor ultimamente é que “chegou a vez” da energia solar no Brasil. Esta é a opinião difundida por investidores, fabricantes de equipamentos, geradoras de energia, e foi dita inclusive pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

No cenário global, com tantas preocupações em torno das mudanças climáticas e do meio ambiente, a tendência é a busca por novas fontes de energia que possam atender as demandas de consumo, de forma não poluente e sustentável. O Brasil possui um ambiente propício para todas as fontes energéticas, bom potencial para as já consolidadas, bem como as que alternativas que despontam no cenário de médio e longo prazo. No caso de fontes fotovoltaicas, o mercado brasileiro é extremamente promissor, pois dispõe de grande parte do silício, matéria prima essencial para produção das células fotovoltaicas. Para Rodrigo Sauaia, diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), os benefícos da energia fotovoltaica são inúmeros, principalmente por se tratar de uma fonte limpa e sustentável, além da abundância do sol em todo o país.

O potencial brasileiro em produzir energia solar e eólica, por exemplo, já é um grande impulso para que o mercado nacional comece a abrir diálogos, discussões e encontros para a utilização dessas fontes de energia. Chegou a hora do governo, sociedade e iniciativa privada adotarem ainda mais medidas de eficiência energética e potencializarem novas formas de gerar energia. Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) apontou que o Brasil ainda segue entre os dez países que mais investem em energia limpa. A China foi uma das maiores investidoras em energia renovável no ano passado, com um recorde de US$ 83 bilhões, aumento de quase 40% em relação a 2013. O documento diz ainda que o mercado, em 2014, foi dominado por investimentos recordes em energia solar e eólica.

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