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Pescadores e líderes comunitários levam dicussão sobre os impactos das represas no rio Correntes ao MPE/MS

Empreendimentos têm impactos diretos em cerca 200 famílias que vivem na região

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Publicado em 20 de junho de 2018 às 16:38 Compartilhar:

Pescadores e representantes da Associação dos Ribeirinhos Preservacionistas Ambientais do rio Correntes reuniram-se com o Promotor de Justiça Luciano Loubet, no dia 19 de junho, no Ministério Público Estadual (MPE) em Campo Grande/MS, para tratar dos impactos das represas no rio Correntes.

Já são três empreendimentos, a Usina Hidrelétrica Ponte de Pedra, a PCH Santa Gabriela e a CGH Aquárius I, e outra está para ser construída, na região onde faz divisa entre os municípios de Sonora/MS e Itiquira/MT, a chamada CGH Aquárius II.

A intenção é construir a GCH Aquários II entre as represas indicadas acima

A intenção é construir a GCH Aquários II entre as represas indicadas acima

Eleuza Bispo da Silva Roman, Presidente da Associação de Ribeirinhos do rio Correntes, destacou os graves efeitos que estes empreendimentos hidroenergéticos têm para os rios e para cerca de 200 famílias que moram na região.

O MPE fará encaminhamentos ao Ministério Público Federal (MPF) para investigar a atual situação e para também acompanhar como está se dando o processo de licença prévia deste novo empreendimento no rio Correntes.

Nathália Ziolkowski e Silvia Santana, da Ecoa, acompanharam a reunião e apresentaram os mapas que identificam as represas e comunidades das localidades impactadas. Por meio da Agenda de Infraestrutura e Energia da Ecoa, são acompanhados os desembolsos de agências de financiamentos em obras como, as hidrelétricas na Bacia do Alto rio Paraguai (BAP).

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