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Vanessa Spacki e o Pantanal de um outro angulo: a Usina Assucareira Santo Antônio – de Paris para Miranda.

Um patrimônio histórico abandonado no meio do mato.

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Publicado em 29 de agosto de 2016 às 16:56 Compartilhar:

 

Vanessa tem alguns milhares de quilômetros de rios e estradas do Pantanal – não perde uma oportunidade de viajar para as planuras e encontrar suas amigas e amigos nas comunidades e escolas. Se necessário, não vacila – vai até mesmo como motorista. Em idas recentes soube da antiga Usina Assucareira [grafada assim mesmo] Santo Antônio, em Miranda, MS. Encontrou, na verdade, um patrimônio histórico abandonado no meio do mato e dele trouxe trouxe muitas imagens.

 

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Um dos registros mais interessantes é o de um equipamento produzido em Paris no século 19, pela Société Anonyme des Anciens Établissements Cail

 

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Essa “Societé” foi criada em 1883 em substituição a outra que havia sido liquidada. Sua produção de máquinas acontecia às margens do rio Sena, na comunidade de Grenelle, a qual se tornou parte de Paris, juntamente com 3 outras comunidades, a partir de 1860.

Os equipamentos parisienses certamente foram feitos diretamente para a Usina, pois esta foi inaugurada em 1.900, portanto pouco depois da constituição da Société Anonyme des Anciens Établissements Cail.

 

Miranda, localizada às margens da BR-262, a 200 kms de Campo Grande, a capital de MS. Onde hoje é a cidade foi lançado, em julho de 1.778, o Presídio Nossa Senhora do Carmo do Mondego. Certamente foram seus solos de boa qualidade que atraiu a usina açucareira para a região, história que ainda precisa ser contada.

Por que não se pensar na recuperação da Usina, inclusive como um atrativo para visitantes do Pantanal?

 

 

 

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